
As tempestades que me cabem
São estados climáticos
Desprotegidos de paixão
De curta duração,
Eu vento na sua cara séria,
Trovejo na sua boca quente,
E chovo no seu último balbuciar,
Alago ruas e avenidas
Só pra te contemplar; correnteza
A me procurar na Av. Andaló,
E rio... preto céu carregado
De vontades de agora,
De sempre, e de passado,
Sou o titã que correu em
Volta da sua terra,
Demarquei suas fronteiras,
Sem intenção do plantio marcado,
Floresci sua última videira.
Maria Júlia Pontes
Nenhum comentário:
Postar um comentário