
Quando a tarde cai
embriago-me das odes sagradas
entoadas pelos cantos do meu cais,
quando a tarde vai
o vermelho laranja
afogueado reflete
meu corpo que navega
pelas águas do Paraguai
Cáceres movimenta-se oblíqua
em minha direção,
toco as vitórias-régias
num tom verde enluarado,
e a noite dança inquieta
sobre as ondas do meu rio
que se agita a cada entoar
das vozes unidas para sempre
nos ecos da minha memória,
riscando o Paraguai está
grande parte da minha história.
maria Júlia Pontes (Imagem Cáceres-MT)
2 comentários:
ah é li no Bar e destaquei a sua pirataria,mas tava brincando...vc é muito original
bjos
Rita
Curioso, cai aqui por acaso e de repente; Cáceres! Conheci nos anos 90, a convite de uma amiga, Melissa. Gostei do blog. Quando puder, visite o meu: simpless.wordpress.com =) tem alguns ensaios poéticos. Abraços!
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